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Frutos de um governo que pratica gestão

Se ligarmos a televisão para assistir ao noticiário teremos a nítida impressão de que o mundo vai acabar, de que o Brasil não presta, de que é um país sem futuro e por aí vai. Mas se caminharmos pela nossa cidade, conversarmos com nossos amigos, colegas, familiares, lermos os jornais por inteiro veremos que temos problemas sérios, porém a vida real é bem diferente da visão do inferno. É como aquele aforismo: para enxergarmos a floresta precisamos sair de dentro dela.

O país desceu às profundezas de uma crise econômica e política, e os fatos são incontestáveis: desemprego, consumo baixo, produção industrial em queda, todos com números ruins e que, só agora, começam a ser revertidos. Em meio a este cenário turbulento, surgem notícias animadoras.

O mais respeitado estudo do gênero do país, realizado pelo Centro de Liderança Pública, mostra que Santa Catarina não é uma árvore qualquer da floresta. Por mantermos as contas sob controle e ainda promover melhorias no atendimento aos cidadãos, ocupamos o segundo lugar no Ranking de Competitividade dos Estados 2017, superando o Paraná e atrás apenas do gigante São Paulo.

Em um ano, subimos de terceiro para segundo porque estamos bem em duas áreas cruciais: infraestrutura e segurança pública, e sem perder pontos em outros setores relevantes, como sustentabilidade social, solidez fiscal e potencial de mercado. Ninguém está dizendo que vivemos num Estado imune, mas é por ações responsáveis do nosso governo é que sofremos menos com a crise se comparados a outras unidades da Federação. E atravessamos a turbulência sem aumentar impostos, que era a medida mais fácil, adotada pelos demais Estados.

Voltando para dentro da floresta, se olharmos somente as árvores de Florianópolis e Joinville e focarmos a visão nos assassinatos que traficantes de drogas têm praticado por disputas de bocas-de-fumo teremos a impressão de que Santa Catarina é o Estado mais violento do Brasil. Mas do lado de fora da floresta vemos justamente o oposto. O índice de violência em SC é o mais baixo do país.

Segurança é um problema sério em cada canto do país, mas SC chamou mais de mil policiais militares só do último concurso, o que representa 10% do efetivo, com salários iniciais de quase R$ 5 mil, além de investir na parte tecnológica, com o PMSC Mobile, tablets e smartphones. Como o número de aposentadorias na corporação é alto, manter o efetivo num quadro de extrema crise nacional é um grande passo e diferencia Santa Catarina.

Apesar dos números nos favorecerem, vemos grupos sectários que torcem pelo touro, que vibram com o pior para galgar espaços políticos. Na própria Assembleia Legislativa, a oposição se agarra ao detalhe, à exceção, e a tenta transformar em regra. Não é este o caminho.

A melhoria da competitividade, mostrada pelo estudo, é fundamental para estimular o crescimento e proporcionar investimentos. Vivemos num Estado onde o governo pratica gestão administrativa e os resultados nos diferenciam dos demais. Somos pequenos, porém relevantes para o país.

 

Gabriel Ribeiro, Deputado estadual (PSD)

 

Brasil, Florianópolis, 16/06/2016. Foto: Cristina Gallo O deputado estadual do PSD, Gabriel Ribeiro, em seu gabinete na Alesc.