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Faesc debate sobre pecuária de leite em Chapecó

Seminário do Programa de Assistência Técnica e Gerencial ocorre no dia 24 de novembro

 Com o objetivo de reunir os produtores rurais de todo o Estado que são atendidos pelo Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) na Bovinocultura de Leite para debater sobre a produção leiteira no território barriga-verde, a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR/SC) com apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), promovem um Seminário.

A iniciativa será desenvolvida no dia 24 de novembro (sexta-feira), das 8h30 às 13 horas, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nês, em Chapecó. A programação do Seminário prevê café de recepção aos participantes às 8h30. Logo em seguida, às 9h30 haverá a solenidade de abertura com pronunciamentos das autoridades sob a coordenação do presidente José Zeferino Pedrozo.

            A primeira palestra está programada para iniciar às 10h15 com o economista Antônio da Luz que prelecionará sobre tendências e perspectivas da economia brasileira. O palestrante é mestre em economia e economista-chefe do Sistema FARSUL (Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul).

Economista formado pela UFRGS, Mestre em Economia pela UFRGS e Doutorando em Economia do Desenvolvimento pela PUC-RS. É pós-graduado Master Business Economics e também Derivativos Financeiros. É professor titular das disciplinas de Comercialização e Microeconomia em cursos de Pós-Graduação na ESPM e PUC-RS. Atuou como economista da Agenda 2020 e também como Corretor de Bolsa de Valores Mobiliários.

Antônio da Luz é um dos 89 economistas brasileiros e estrangeiros que são consultados pelo Banco Central para elaboração do Relatório Focus com as expectativas de mercado para PIB, Inflação, Juros, Câmbio, dentre outros, sendo o único que atua no Agronegócio.

            Às 11h15 iniciará a segunda palestra com Marcelo Pereira de Carvalho, que focalizará a situação atual e as tendências para o mercado do leite em Santa Catarina e no Brasil. Carvalho é Engenheiro Agrônomo pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) da Universidade de São Paulo (USP), mestre em Ciência Animal (ESALQ/USP), com MBA Executivo Internacional pela FIA/USP. É diretor executivo da AgriPoint e coordenador do MilkPoint.

            A última etapa do Seminário – às 12h15 – consistirá na exposição de técnicos do sistema Faesc/Senar sobre o Programa de Assistência Técnica e Gerencial na Bovinocultura de Leite em Santa Catarina.

            O encerramento das atividades está previsto para as 13 horas, com almoço de confraternização servido no mesmo local.

CENÁRIO

De acordo com dados da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (CIDASC), no final de 2015 o rebanho bovino catarinense era de 4,5 milhões de cabeças. Embora o estado seja mais conhecido pela produção de leite do que de carne, há predomínio de animais de corte: 51,4% possuem aptidão para corte, 34,7% aptidão para leite, 13,75% aptidão mista. A bovinocultura está presente em 291 municípios catarinenses (98,6% do total) e o rebanho distribui-se em 78.729 produtores, dos quais 35.713 (45,36%) com finalidade comercial e 43.016 (54,64%) sem finalidade comercial. Em 2016 foram produzidas 112 mil toneladas da carne no âmbito dos sistemas de inspeção sanitária (municipal, estadual e federal). 

 

Foto 01 – José Zeferino Pedrozo, presidente da FAESC