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Joinville dá largada na rodada de palestras sobre operação Concorrência Leal

Prevista para ser lançada ainda no mês de junho, a terceira edição da operação Concorrência Leal, realizada pela Secretaria de Estado da Fazenda, pretende fiscalizar 26,1 mil contribuintes em Santa Catarina. A Fecomércio SC, em parceria com a Federação dos Contabilistas (Fecontesc), Sindicatos das Empresas de Serviços Contábeis (Sescons) e o Conselho Regional de Contabilidade (CRCSC), iniciou hoje uma série de palestras pelo Estado para orientar os contadores e empresários acerca das novas regras.

A primeira cidade a receber a programação foi Joinville, na manhã desta segunda-feira (19), com a participação de cerca de 70 profissionais. O calendário segue em Itajaí (22.06), Blumenau (23.06), Chapecó (26.06), Lages (27.06), Criciúma (27.06) e Florianópolis (29.06).

“A Federação vem trabalhando junto à Sefaz e à classe contábil deste a primeira edição da operação, em 2012. Os profissionais da contabilidade têm um papel-chave na orientação dos clientes sobre as informações exigidas. Precisamos divulgar as boas práticas para qualificar a gestão das empresas catarinenses, em sua maioria contribuintes no Simples Nacional”, de acordo com o presidente da Fecomércio SC, Bruno Breithaupt.

SALTO NO FATURAMENTO

A operação Concorrência Leal tem foco nas empresas enquadradas no Simples Nacional e abrange o período de 2013 a 2016. O faturamento das empresas catarinenses optantes do Simples passou de R$ 38 bilhões em 2012 para R$ 57 bilhões em 2016.

Assim que deflagrar a operação, o fisco estadual encaminhará aos contadores comunicados demonstrando as inconsistências ou divergências para a retificação de possíveis erros e pendências. São analisados dados do SPED Fiscal, do Sistema Eletrônico de Cálculo (PGDAS-D), Declaração Única e Simplificada de Informações Socioeconômicas e fiscais (DEFIS) com dados de compras efetuadas pelo Governo do Estado e pelas prefeituras catarinenses, além do Demonstrativo de Créditos Informados Previamente (DCIP), da Nota Fiscal Eletrônica (NFE) e das empresas de cartão de crédito e débito.