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A sina do Brasil

Nas próximas três semanas, vão se intensificar as conversas e negociações em torno da eleição para as novas mesas diretoras das duas Casas Legislativas federais: Câmara e Senado.

Para esta última, o nome do catarinense Esperidião Amin (PP) volta a ser lembrado como alternativa contra o continuísmo debochado e cleptomaníaco de sempre, neste ciclo que se encerra encarnado pelo tal de Davi Alcolumbre (DEM).

Em parceria com seu correligionário da Câmara, Rodrigo Maia, Alcolumbre tem sido um dos artífices da paralisia que impede o avanço de reformas urgentes que o país precisa depois de mais de três décadas de desmandos de governos “vanguardistas” de esquerda.

Tudo por conta de interesses paroquiais e de segmentos, com uma pitada de ranço ideológico. Sem ajustes e agravado pela histeria pandêmica, o rombo fiscal neste país só faz aumentar. Conta que todos nós seguiremos pagando. Ao que parece Ad Eternum.

 

Consórcio de poder

Perfil de seriedade e capacidade para pilotar o Congresso, Esperidião Amin tem de sobra. Salvo engano, contudo, o corporativismo regional/financeiro que normalmente alia congressistas de Norte e Nordeste deve ser novamente a grande pedra no sapato do catarinense. Amin disputou a última eleição para a presidência do Senado. Justamente contra Alcolumbre.

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