Manchete

Farra em Bra$ília

O Senado aprovou, por larga margem, a tal PEC do Lula ou da gastança, mandando para as calendas da história, essa que é a verdade, o teto de gastos, instrumento que foi fundamental para evitar a bancarrota e o abismo para o qual nos conduziu a inepta Dilma Rouseff.
Esse limite de responsabilidade fiscal foi mais uma iniciativa louvável do curto mandato do ex-presidente Michel Temer.
No mesmo período, o emedebista também aprovou uma minirreforma trabalhista, medidas que deram um fôlego para a economia e o emprego, dupla que andava absolutamente combalida sob a égide petista.
Infelizmente, o teto não vem sendo observado. No governo Jair Bolsonaro o limite foi para o espaço em função de uma situação de guerra, de pandemia.
Todos os municípios e estados receberam fartos recursos da União. Tratou-se de uma situação excepcional e absolutamente justificável.
Lula da Silva, no entanto, para tentar honrar e bancar as promessas de campanha, já chegou chutando o balde. Não tem nada dessa conversa de contenção de gastos, não, vocifera o vermelho.

Apavoro

O mercado está apavorado. Não por acaso, a bolsa já caiu cinco pontos percentuais desde a eleição. O dólar, a seu turno, disparou. O descontrole promete ser total. O líder supremo do petismo não está nem aí.

Populismo irresponsável

Lula quer assegurar os R$ 600,00 do auxílio emergencial. Tem, ainda, mais R$ 150,00 para crianças até seis anos; mais o reajuste do salário mínimo e por aí vai.

No bolso

O pagador de impostos, naturalmente, vai pagar por essa farra. No Senado, a aprovação da festa, dinheiro para todo lado, foi com mais de 60 votos dos 81 senadores nos dois turnos.
A conferir como será na Câmara. Mas nessa toada que já cheira a mensalão 2.0, a gastança também deve ser aprovada a toque de caixa. Viva a democracia!

Módica

Fazendo um cálculo rápido, estamos falando num rombo, nos supostos quatro anos do novo mandato lulista, na casa de R$ 800 BILHÕES, podendo chegar ao 1 TRILHÃO. Continha módica para a viúva bancar, claro.

Contras

O placar de Santa Catarina foi de 2 a 1 contra a PEC da gastança. A favor apenas Dário Berger, do PSB, cujo mandato expira em 31 de janeiro. Berger teve o apoio de Lula da Silva na tentativa de renovar o mandato na Câmara Alta. Sem sucesso, agora o neossocialista está de olho na presidência da maior estatal federal do Sul, a Eletrosul.

Eu, não

Esperidião Amin votou contra. Não se esperava outra postura dele. É ligado a Bolsonaro e não quer saber de aproximação com o PT. Até porque discorda, na essência, sobre esse tipo de prática administrativa.

Postura

A boa surpresa ficou por conta de Ivete Silveira. A catarinense, que já assumiu interinamente no lugar do governador eleito, Jorginho Mello, foi a única do MDB a se posicionar contrariamente à tal PEC.

Contrariedade

A partir de 2023, o placar de Santa Catarina será de 3 a 0 contra os arroubos e desmandos petistas. Jorge Seif, bolsonarista-raiz, foi eleito. A conferir como será a vida do presidente eleito pelas urnas no próximo ano.

Alternativa

Aliás, Jorge Seif participou da reunião do PL que definiu a candidatura de Rogério Marinho à presidência do Senado. Em contraposição a Rodrigo Pacheco, que se elegeu com o apoio de Jair Bolsonaro e depois virou as costas ao presidente. Agora, está com Lula, Moraes e companhia ilimitada.

No DNA

É característica de Pacheco: omissão e leniência em relação ao STF. Quando ele era deputado fez tudo para dar andamento ao impeachment de Michel Temer, de quem ele era muito próximo. Ou seja, é um traidor nato.

foto>Reprodução

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