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Manchete

O jogo sucessório é constante

Os prefeitos reeleitos Adriano Silva e Topázio Silveira Neto, fechados com Jorginho Mello para o projeto de reeleição de 2026, já começam a se movimentar com vistas às respectivas sucessões. A eleição foi agora em outubro de 2024, mas a de 2026 já está logo ali. O tempo está voando.

A eleição de 2028 está marcada no calendário e na cabeça dos líderes políticos. Tudo leva a crer que nem Adriano e nem Topázio irão interromper a conclusão dos seus mandatos. A ideia é fazer quatro anos a partir da recondução e eleger os seus sucessores.

Adriano Silva já não deixa dúvidas. A sua vice-prefeita, Rejane Gambin, é o nome preferencial.

Tanto é que lá atrás, o PSD, quando fechou com a reeleição dele, nem tentou indicar o vice, até porque o próprio Jorginho Mello já havia se articulado nessa direção e acabou recebendo uma negativa de Adriano.

Dobradinha

Ou seja, para ele, Adriano Silva, é questão de honra fazer o sucessor, no caso, a sucessora. Mas, não está descartada a possibilidade de ela concorrer à deputada federal em 2026 com o apoio do Novo. A dobradinha seria com Matheus Cadorin, que já foi eleito por Adriano Silva em 2022, e hoje representa o Novo de Joinville na Assembleia.

Composição

E assim o caminho estaria aberto para 2028 em Joinville, com o PL podendo inclusive indicar o vice. Nesse caso, Adriano Silva concordaria porque ele, deixando a prefeitura, desde que Jorginho Mello conquiste a reeleição, iria integrar o colegiado com vistas a uma projeção de olho em 2030.  Em Florianópolis, Topázio Silveira Neto adotou a mesma estratégia.

Nome

No início da semana, já anunciou o seu chefe de gabinete, Fábio Botelho, como candidato à Assembleia Legislativa. Certamente já preparando o caminho para sua candidatura à prefeitura de Florianópolis.

Ela

Quem sabe com a própria Maryanne Mattos, hoje sua vice, continuando na mesma posição. E com a concordância, seguramente, de Jorginho Mello, tanto aqui na Capital quanto no maior município do estado, Joinville.

Traduzindo

Ou seja, o resultado de 2024, como todos sabemos, influencia o quadro agora para o pleito de 2026. E o que sair das urnas em 2026 vai sinalizar para 2028, abrindo caminho para 2030, com protagonismo para os prefeitos das duas maiores cidades, Adriano Silva; de Joinville, e Topázio Silveira Neto, em Florianópolis.

Tripé

Ambos em fina sintonia com Jorginho Mello, que já pode estar raciocinando, uma vez reeleito, a sua sucessão em 2030, passando por um desses dois nomes.  Ou pelos dois, formando dobradinha. Nesse caso, Jorginho Mello seria o candidato natural ao Senado em 2030, quando apenas uma vaga estará em disputa.

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