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Privatização da Celesc na pauta do congresso dos empregados da companhia

Um dos assuntos que mais dará o que falar no 11º Congresso dos Empregados da Celesc, que começou ontem (26) e vai até sábado (28), em Joinville, será a garantia de um compromisso pela não privatização da companhia, que é a maior estadual de Santa Catarina e uma das maiores empresas do Estado.

Paulo Horn, representante dos empregados no Conselho, avalia que a Celesc continua sob risco de privatização. “Somos a empresa com a menor tarifa de energia do Brasil, por isso, não há justificativa para a privatização pois a Celesc faz um trabalho excelente com um processo de governança iniciado há décadas, que garante transparência na gestão e qualidade no atendimento”, comenta Horn.

Para o Congresso é esperada participação de 250 trabalhadores da empresa, além de políticos, executivos do setor de energia e especialistas em cenários econômicos. O presidente da Celesc, Cleicio Poleto Martins, e os senadores, Dário Berger (PSB) e Espiridião Amin (PP) já confirmaram presença, além de deputados estaduais e federais. O governador Carlos Moisés (Republicanos), ainda não oficializou sua participação, mas é costume que o chefe do Executivo estadual participe dos congressos dos trabalhadores.

O Congresso, fechado ao público geral, realizado regularmente desde 1997 e sempre em diferentes regiões de Santa Catarina, é o momento oportuno para debater os rumos da maior empresa pública do Estado e uma das maiores do Sul do País. Este ano, a palestra de abertura será do engenheiro e economista Eduardo Moreira, ex-sócio do Banco Pactual e o primeiro brasileiro a ser condecorado pela Rainha Elizabeth II em Londres.

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